Diagnóstico estratégico
Leitura de mercado, posicionamento, concorrentes e público base estratégica que orientou todas as decisões visuais e verbais que vieram depois.
A Titan já existia como marca, com pilares definidos e logo no mercado. Mas a operação chegou num ponto em que o sistema visual e a comunicação precisavam de uma camada nova não um rebrand completo, mas uma reestruturação que atualizasse a marca sem romper com a base que já fazia sentido.
A Titan já existia como marca, com pilares definidos e logo no mercado. Mas a operação tinha chegado num ponto em que o sistema visual e a comunicação precisavam de uma camada nova não um rebrand completo, mas uma reestruturação que atualizasse a marca sem romper com a base que já fazia sentido.
O cenário pedia uma leitura estratégica: olhar pro mercado, mapear concorrentes, entender o público atual e onde a marca queria chegar. Sem essa etapa de diagnóstico, qualquer atualização seria estética e desconectada do posicionamento real da Titan.
O processo que entrega marca, conteúdo e produto digital numa única narrativa calibrada caso a caso, mas com espinha dorsal Typic.
Leitura de mercado, posicionamento, concorrentes e público base estratégica que orientou todas as decisões visuais e verbais que vieram depois.
Construção de um território verbal e conceitual da Titan reestruturada, ancorado nos pilares originais que já faziam sentido pra marca.
Atualização do sistema visual sobre a base existente paleta renovada e padrões de uso pensados pra escalar em qualquer ponto de contato.
Cerca de 70 peças de rede social no novo sistema, novo website, embalagens e adesivos, e suporte de direção de arte em campanhas pontuais.
Reestruturação preservando pilares
~70 peças no novo sistema






Boutique brasileira de QA, SAP e IA com clientes enterprise reestruturação de marca, sistema visual, comunicação editorial, novo site e captação via LinkedIn.
Personal branding no LinkedIn pra C-level enterprise voz própria mapeada com o executivo, conectada aos objetivos da empresa, rodando num ciclo data-driven de conteúdo e performance.
Primeira conversa sem briefing. A gente olha seu momento, seu time e seu mercado e só depois propõe formato.
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